segunda-feira, 27 de julho de 2015

Homem faz mulher e filhos de reféns

Atualizado às 10h50
De acordo com os médicos do hospital do Promorar o bebê de cinco dias que acabou caindo no chão no momento da entrega para os policiais já foi alimentado, medicado e liberado. Já a mulher do acusado, foi medicada e liberada do HUT (Hospital de Urgência de Teresina) onde recebeu atendimento médico. Gilberto Alves vai ser autuado por violência doméstica e cárcere privado e está na Central de Flagrantes.
Homem faz mulher e filhos de reféns na zona Sul de Teresina
Na manhã desta segunda-feira (270/), um homem identificado como Gilberto Alves Macedo, de 22 anos, aparentemente drogado fez a sua mulher identificada como Francilene da Silva Santos e os seus cinco filhos de refém na sua residência no Km 7, na região do grande Promorar, na zona Sul de Teresina. 
Os policiais do 6º batalhão da polícia militar foram até o local para realizar as negociações. A esposa do acusado gritava e pedia por socorro a todo momento. O tenente Félix ficou responsável por conversar com o acusado. 
Entre as crianças se encontrava um bebê com cinco dias de vida, os outros tem 11, 9, 6 e 3 anos. As negociações duraram por cerca de 20 minutos. Vizinhos da família ficaram revoltados com o caso e ameaçaram o acusado a todo o momento.
“Nós chegamos no local e vimos ele imobilizando as crianças e a mulher, agora ele vai ser conduzido para a Central de Flagrantes e vai responder por cárcere privado. Aparentemente ele está sob efeito de drogas porque ele está muito alterado e resistiu a prisão. Disse a todo momento que ia matar a mulher dele. A esposa dele se encontra com três dias de resguardo e a gente foi informado que ele já tem passagem pela polícia”, afirmou o comandante. 
De acordo com o tenente Félix, no momento da libertação o recém-nascido caiu no chão. "Nós conversamos muito com ele, é uma técnica que a polícia militar usa. Tomamos muito cuidado porque ele estava com a faca no pescoço da mulher. Quando ele foi liberar as crianças derrubou o recém-nascido no chão e encaminhamos o bebê para o hospital", disse.
A tia da mulher, identificada como Socorro, afirmou que a motivação do crime pode ter sido porque o acusado alega que o bebê não se parece com ele e acredita que a mulher tenha o traído. "Ele estava com ela dentro de casa desde duas horas da manhã. Ela pedia para ninguém chamar a polícia porque senão ele ia matar ela e as crianças. Ela ainda se cortou porque queria proteger o recém-nascido mas ele ainda caiu no chão. O motivo é porque a criança não se parece com ele, mas eu não posso confirmar porque toda vez que ele bebe ele inventa alguma coisa. Nós da família não nos metemos porque depois que a gente se envolve eles brigam e ficam juntos de novo", declarou ela. 
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